Alunos do Sebrae - Pedro Leopoldo visitam o PESU
terça-feira, 20 de agosto de 2013
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Quinta do Sumidouro recebe expedição "Nadando com o Theo pelo Rio das Velhas"
Na sexta – feira dia 09, a expedição “Nadando com Theo pelo rio das Velhas” esteve na praça central da Quinta do Sumidouro em frente à Casa Fernão Dias. Os alunos da Escola Estadual Quinta do Sumidouro participaram de várias dinâmicas tendo na educação ambiental o maior foco. Várias informações sobre reciclagem, pesca e plantio consciente dentre outras, foram passadas aos alunos dentro de um clima de descontração e aprendizagem. O “Nadando com o Theo pelo Rio das Velhas” tem como meta passar em 36 localidades da bacia hidrográfica do Rio das Velhas levando informações sobre a revitalização do Rio e sua bacia. O Parque Estadual do Sumidouro é um parceiro deste programa, fique por dentro da expedição em sua cidade e participe!
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Nesta sexta - feira dia
09, a Comunidade da Quinta do Sumidouro vai receber a expedição "Nadando
com o Theo pelo Rio das Velhas".Maiores informações pelo link: http://meta2014.meioambiente.mg.gov.br/theo/2013/o-projeto/a-expedicao/
Segue o convite com
a programação:

quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Curiosidades sobre o “Colhereiro” – Platalea
ajaja
O Colhereiro americano - Platalea ajaja, é uma ave famosa por sua
plumagem rosada adquirida após o terceiro ano de vida e por seu bico longo,
achatado e alargado na extremidade dando a este a forma de uma “colher” daí o
nome popular “Colhereiro”. Mede aproximadamente 87 cm e sua envergadura varia
em cerca de 130 cm. Machos e fêmeas são similares, mas possuem algum dimorfismo
sexual, ou seja, machos são maiores e adquirem muda nupcial, apresentando tons
fortes de rosa nas asas durante o período de acasalamento. O Colhereiro vive em praias lamacentas
do litoral e dos rios, manguezais, brejos, lagos, veredas e matas ciliares, sua
alimentação consiste em pequenos
peixes, insetos, moluscos e crustáceos, cracas, larvas etc.
A
ocorrência dessa ave se dá desde a região neotropical dos Estados Unidos até o
nordeste da Argentina. No Brasil ocorrem grandes populações na região do
Pantanal, mas está amplamente distribuído em todo território nacional. Vive em
bandos a procura de alimentos em pontos de pouca profundidade, mergulhando e
sacudindo a "colher" do bico lateralmente, “peneirando” a água. Voam
com o pescoço levemente curvado para baixo, com as asas em forma de concha,
misturando-se com outras espécies.
O Colhereiro é umas das aves
migratórias encontradas na Lagoa do Sumidouro na época de seca. A Lagoa é ponto
de parada dessas aves que vem em busca de alimentos. Atualmente, o Colhereiro encontra-se na lista de animais ameaçados de extinção, lugares de proteção
ambiental como o Parque Estadual do Sumidouro acabam se tornando um verdadeiro
refúgio para esta ave que é extremamente sensível à poluição.
Fotos: Marianita Saraiva.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Inauguração da Lanchonete/Café
e Ecoloja no Parque Estadual do Sumidouro
Foi inaugurada no sábado dia 20 de julho, a Lanchonete/ Café e EcoLoja “Rupestre”, anexo ao Museu Peter Lund
no Parque Estadual do Sumidouro. A
Lanchonete/Cafeteria conta com cardápio variado que inclui: café
tradicional de Minas, cappuccinos, café com drinks quentes e gelados, chás, cervejas
e refrigerantes, água mineral, salgados, massas caseiras como lasanha e
escondidinho de carne seca, sanduíche natural, creme de açaí, sorvetes e
picolés de sabores naturais como mamão papaia, tamarindo, graviola, goiabada
com queijo e demais opções. Na EcoLoja, encontram-se souvenirs
ambientais/culturais proporcionando ao turista levar uma lembrança deste
inesquecível passeio.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Aceiros
feitos no PESU
Desde maio até julho deste ano, têm se desenvolvido o trabalho de aceiro no Parque Estadual do Sumidouro. Em maio, os aceiros começaram de forma manual pelos funcionários do Parque e em julho iniciou-se também o trabalho com a máquina de fazer aceiro por meio de parceria com a Mineração Fazenda dos Borges.O aceiro tem como finalidade principal prevenir a passagem do fogo
para a área de vegetação, evitando assim queimadas ou incêndios comuns com a
chegada do período seco. As queimadas afetam negativamente a
biodiversidade e a dinâmica dos ecossistemas, aumentam o processo de erosão,
deterioram a qualidade do ar, provocam danos ao patrimônio público e privado,
acarretando prejuízos para toda a sociedade, por isso, medidas como o aceiro é
fundamental em áreas de preservação ambiental como o Parque Estadual do
Sumidouro.
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| Máquina de fazer aceiro em parceria com Mineração Fazenda dos Borges. |
| Funcionários do PESU fazendo aceiro |
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Seca na Lagoa do Sumidouro se relaciona com baixo regime de chuvas
A
Lagoa do Sumidouro, localizada na região de Fidalgo, encontra-se neste momento
em um período de grande seca, provavelmente, devido ao baixo índice de chuvas registrado
nos meses finais de 2012 até agora. Este fenômeno de secas e cheias da Lagoa é
natural e histórico, há registros de um esvaziamento desta por um período de 8
meses nos anos de 1975-76 e por cerca de 2 meses nos anos de 1987-1988. Em 2008
a Lagoa do Sumidouro também secou consideravelmente, como se pode ver pela
fotografia tirada na época. Já em 2011, que foi um ano com maior volume de
chuvas a Lagoa esteve visivelmente mais cheia.
Esta famosa Lagoa conhecida por sua beleza fica em uma região denominada cárstica. O carste é um tipo de relevo formado
pelo efeito corrosivo da água sobre rochas solúveis como o calcário, o que propicia
o aparecimento de cavernas, sumidouros, depressões, dolinas e lagoas como a do
Sumidouro. Devido às características peculiares da região cárstica, o volume
das lagoas se associa diretamente a quantidade de chuvas. No carste podem ser
formados depósitos subterrâneos de água (aquíferos), além de um sistema de
transmissão que possibilita uma comunicação entre a água subterrânea e a
superfície, e vice-versa. O sumidouro, presente na Lagoa de mesmo nome, é um
exemplo de canal no qual a água superficial atinge o sistema subterrâneo. Como em
2013, até o momento, tem se registrado um índice de chuvas abaixo da média, os
pontos de recarga do aquífero cárstico não foram abastecidos afetando diretamente
esta Lagoa. Aproximando-se o período de chuvas espera-se o abastecimento dos reservatórios, rios subterrâneos e córregos que desaguam na Lagoa do Sumidouro, tendo como
destaque o Córrego Samambaia, fazendo com que esta volte a encher.
A beleza da formação da Lagoa do
Sumidouro varia de acordo com as estações do ano, características peculiares
são encontradas nos períodos de seca contrastando com os de cheia. Vale a pena
destacar que a Lagoa serve de “ponto de parada” de aves migratórias, sendo que
na seca temos espécies diferentes da época de cheia, inclusive presentes na
lista de espécies ameaçadas de extinção do estado de Minas Gerais.
Fontes: BDMEP – INMET
Folder: Região Cárstica de Lagoa Santa: potencialidades, impactos ambientais e principais desafios. Belo Horizonte, 2013.
Plano de Manejo do Parque Estadual do Sumidouro. Encarte 2 -
Análise da Região da Unidade de Conservação. Lagoa Santa – Pedro Leopoldo, Out,
2010.
Fotos: Lagoa do Sumidouro 2008: José de Castro Procópio.
Lagoa do Sumidouro 2011/2013: Luísa Cunha Cota.
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| Foto da Lagoa do Sumidouro em 2008 |
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| Foto da Lagoa do Sumidouro em Dezembro de 2011 - Vista de Fidalgo |
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| Foto da Lagoa do Sumidouro - Julho 2013 |
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| Lagoa do Sumidouro - Julho 2013 |
terça-feira, 16 de julho de 2013
Funcionários do PESU assistem palestra
sobre o Projeto Voar

Nos dias
11 e 12 de julho, os funcionários do PESU assistiram a uma palestra a respeito
do Projeto Voar elaborado pelo Instituto de Pesquisa e Conservação - WAITA em
parceria com o IBAMA / IEF. Na quinta feira dia 11, a palestra aconteceu na
Casa Fernão Dias e foi ministrada pelo biólogo Wander Ulisses Mesquita do
Instituto WAITA. Na sexta feira dia 12, a palestra aconteceu na sede do Museu
Peter Lund e foi ministrada pelo biólogo Mozart Garcia Junqueira Junior. O
Projeto Voar tem como objetivo principal reabilitar papagaios da espécie Amazona aestiva provenientes de
cativeiro e reintroduzi-los de volta à natureza. De acordo
com Wander, o trabalho desenvolvido pelo projeto começa por uma avaliação física
e comportamental dos papagaios visando avaliar em que estado o animal se encontra
no momento em que chega ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS).
Feita esta avaliação, os animais passam por um tratamento específico até
adquirirem condições para serem soltos. Após a soltura, os papagaios são
monitorados por meio de um sistema de rádios transmissores e visualização como
forma de verificar se as aves estão realmente conseguindo se adaptar ao habitat
natural.

O
município de Pedro Leopoldo foi selecionado para ser uma área de soltura de
papagaios verdadeiros (ASAS), cerca de trinta papagaios já foram soltos na
Fazenda do Baú que fica na região de Fidalgo devendo ser monitorados por cerca
de um ano. De acordo com Wander, a intenção é que se consiga por meio do
Projeto Voar não apenas reintroduzir os papagaios de volta a seu habitat
natural, mas ainda, dentro de um projeto de educação ambiental, conscientizar a
população local da importância de se proteger este animal tão ameaçado pelo
tráfico de animais silvestres.
Toda
comunidade pode contribuir com o Projeto Voar, segue agora alguma instruções:
Comunicar sempre que avistar um animal do projeto, anotando sua localização,
através de recado deixado em urnas localizadas no PE Sumidouro (Casa Fernão
Dias), Padaria Pão da Hora (Lagoa do Santo Antônio) e Supermercado São Judas
(Fidalgo). Incentivar a entrega voluntária de animais silvestres mantidos em
cativeiro aos Centros de triagem de Animais Silvestres (CETAS) do IBAMA/IEF. Entrar
em contato, imediatamente, sempre que avistar um animal do projeto, machucado,
debilitado, doente ou em locais inapropriados (dentro de residências,
comércio,etc.), para que possa ser feito o resgate do animal. Telefones:
(31)3555-6179 (IBAMA), 3916-9278 (IEF), 36898592 (PE Sumidouro), 97936321
(WAITA). Denunciar o tráfico e guarda ilegal de animais silvestres pelo
telefone da linha Verde: 0800-618080.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
SEMAD contrata brigadistas para atuarem em regime
temporário no PESU
temporário no PESU
No dia 08 de julho (segunda-feira), foi realizado processo
seletivo na Casa Fernão Dias visando
à contratação de brigadistas em regime temporário de quatro meses para atuarem
na Brigada de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais do Parque Estadual do
Sumidouro. O processo seletivo
foi realizado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento
Sustentável – SEMAD e participaram
da seleção representante do setor de Recursos Humanos do SISEMA, Anderson
Prado, além de Emiliana Santos e Fernando da Costa Domingos ambos
representantes da equipe do Previncêndio. O gerente do Parque Estadual do
Sumidouro, Rogério Tavares também esteve presente durante a realização das
entrevistas coletivas. Os candidatos à vaga passaram por processo de avaliação
compreendido por testes de capacidade de trabalho em equipe, iniciativa e
comportamento proativo, conhecimento e domínio de conteúdo da área de atuação e
habilidade de comunicação. Dentre as funções dos brigadistas destacam-se ações de sensibilização e orientação a
proprietários rurais sobre efeitos dos incêndios florestais e sobre
alternativas ao uso do fogo na produção agrícola; realização de rondas
preventivas; atividades de combate aos incêndios florestais; apoio a queimas
controladas autorizadas; trabalho na manutenção de equipamentos e instalações
utilizados na prevenção e no combate dentre outras atividades relacionadas ao
tema incêndios florestais e/ou socioambientais. De acordo com Anderson representante
do RH, o interesse é de se contratar 6 brigadistas e 1 líder de brigada. A contratação desses profissionais se
faz imediata devido à chegada do período seco, época em que se constata um
aumento considerável de focos de incêndio nas Unidades de Conservação Ambientais de Minas Gerais.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Parque do Sumidouro inaugura
Centro de Difusão do
Conhecimento
Foi inaugurado no dia 03 de
junho (segunda-feira), no Parque Estadual do Sumidouro, o Centro de Difusão do
Conhecimento Científico e Tecnolológico. O projeto foi idealizado através da parceria
entre IEF e UNIFEMM e implantado com o apoio financeiro do CNPq e FAPEMIG. O Centro foi criado com o
objetivo de difundir o conhecimento, principalmente a história, a cultura e as
pesquisas regionais, para a própria comunidade e turistas, através de
atividades e oficinas interativas. A biblioteca e todo o espaço que já existiam
ao lado da Casa Fernão Dias, na Quinta do Sumidouro, foi adaptado para
implantação do projeto.
O gerente do Parque, Rogério Tavares de Oliveira, classificou o momento da inauguração como histórico para a unidade de conservação. “Hoje nós temos um projeto consolidado que foi para nós um grande desafio. O Centro de Difusão vai levar à população o conhecimento de toda a história local, o que acaba tornando também um atrativo para os visitantes. As parcerias que realizamos foram fundamentais para que chegássemos nesse resultado” destacou Rogério.
Para o Reitor do Centro Universitário de Sete Lagoas – UNIFEMM, Antônio Fernandino Bahia Filho, projetos como este são um exemplo do trabalho desenvolvido pela UNIFEMM que é formar pessoas valorizadas. “Hoje nós temos uma dificuldade grande em desenvolver ações efetivas com o meio ambiente e esta iniciativa tem um componente inovador que é o resgate da história, a cultura e o conhecimento. Além de introduzir pedagogicamente atividades e oficinas criativas que remetem ao conhecimento dos nossos ancestrais e o resgate da cultural local, de Lund e Luzia”.
O gerente do Parque, Rogério Tavares de Oliveira, classificou o momento da inauguração como histórico para a unidade de conservação. “Hoje nós temos um projeto consolidado que foi para nós um grande desafio. O Centro de Difusão vai levar à população o conhecimento de toda a história local, o que acaba tornando também um atrativo para os visitantes. As parcerias que realizamos foram fundamentais para que chegássemos nesse resultado” destacou Rogério.
Para o Reitor do Centro Universitário de Sete Lagoas – UNIFEMM, Antônio Fernandino Bahia Filho, projetos como este são um exemplo do trabalho desenvolvido pela UNIFEMM que é formar pessoas valorizadas. “Hoje nós temos uma dificuldade grande em desenvolver ações efetivas com o meio ambiente e esta iniciativa tem um componente inovador que é o resgate da história, a cultura e o conhecimento. Além de introduzir pedagogicamente atividades e oficinas criativas que remetem ao conhecimento dos nossos ancestrais e o resgate da cultural local, de Lund e Luzia”.
Antônio ressaltou também a
importância dos funcionários do parque, os principais difusores deste
conhecimento e afirmou que a educação é o melhor caminho para mudar a realidade
em que vivemos. “É através deste legado do conhecimento que vamos fazer com que
a população brasileira seja senhora do seu destino, o que não significa a
poluição, o modo desregrado de vida que leva a grandes desperdícios,
desmatamento e outros. Só o conhecimento e a educação podem mudar tudo isso”
finalizou.
A coordenadora Rosângela Cristina Marucci apresentou o projeto, falou de toda trajetória desde o início e destacou o objetivo principal das oficinas que segundo ela é educar brincando. Rosângela destacou e agradeceu também a participação dos funcionários nas etapas de implantação do Centro.
A coordenadora Rosângela Cristina Marucci apresentou o projeto, falou de toda trajetória desde o início e destacou o objetivo principal das oficinas que segundo ela é educar brincando. Rosângela destacou e agradeceu também a participação dos funcionários nas etapas de implantação do Centro.
Participação
especial
Doze alunos da Escola
Estadual Quinta do Sumidouro, comunidade de entorno do parque, também
participaram da inauguração e realizaram algumas das atividades desenvolvidas
pelo Centro, demostrando aos convidados a dinâmica de cada uma delas. Foram
realizadas as oficinas “seja um paleontólogo”, onde o aluno escava em um tanque
de areia a procura de um fóssil e “seja um homem das cavernas”, momento em que
a criança representa através de pinturas o seu cotidiano.
Ao todo o Centro conta com
as seguintes oficinas:
- “Seja um homem das cavernas”: atividade que proporciona aos participantes a vivência de pensarem e expressarem seus sentimentos cotidianos como os homens das cavernas.
- “seja um paleontólogo”: Escavar um tanque de areia em busca de alguns fósseis típicos da região de Lagoa Santa.
- “Pintando na pedra”: representar as pinturas rupestres em rejeitos da pedra Lagoa Santa com tinta natural feita com a terra da região.
- “Trilha do caxinguelê”: possibilitar a inclusão de deficientes visuais em atividades de Educação Ambiental.
- “O Baú de Peter Lund”: ilustrar a história do naturalista dinamarquês Peter Lund utilizando um baú contendo objetos simbólicos que fizeram parte da sua vida.
- “Contação de História”: divulgar ao ar livre as histórias sobre o parque e a região do Sumidouro.
- “Bandeirantes Mirins”: Conhecer um pouco da história e a vida de Fernão Dias, um dos mais famosos bandeirantes do Brasil.
Além das oficinas o Centro
oferece uma biblioteca a comunidade e visitantes e um banco de dados que
possibilita o acesso a todas as pesquisas desenvolvidas no parque. Para conhecer
o centro é necessário agendamento prévio tanto para turistas como para grupos
escolares.
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