Hoje,
dia 30/04/2014, a equipe de reportagem da TV Band Minas esteve no Parque
Estadual do Sumidouro. A mesma equipe também fez filmagens nos Monumentos
Naturais Gruta Rei do Mato ,
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Equipe da TV Band Minas visita Parque Estadual do Sumidouro...
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Curiosidades sobre a “Barriguda” Ceiba
Speciosa
![]() |
| Paineira Barriguda localizada na Trilha do Sumidouro |
A paineira conhecida popularmente como “barriguda” é
uma árvore da família Malvaceae,
a mesma do algodão. No Brasil a árvore pode ser encontrada nos estados do
Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Norte do
Paraná. A paineira dependendo do ambiente em que está pode acumular água no
interior de seu tronco ficando com o caule bastante inchado, daí o nome
“barriguda”. Além do peculiar aspecto inchado do caule, a paineira também é
conhecida por seu tronco espinhoso e suas flores de cor rosa forte que
despontam a partir de meados de dezembro, prolongando-se até abril. A paineira é uma árvore típica de Floresta Semidecídua na
qual 20 a 50% de suas árvores perdem suas folhas durante o período seco.
A “barriguda” é uma planta muito usada no
paisagismo de áreas urbanas e também
no reflorestamento de áreas degradadas devido ao rápido desenvolvimento
das mudas após o plantio. A madeira desta árvore é bastante leve,
mole e pouco resistente sendo muito utilizada na confecção de calçados,
caixotaria, celulose e artesanato. Os frutos são cápsulas verdes que se abrem quando maduros, liberando boa quantidade de
paina uma espécie de fibra fina e sedosa muito utilizada no preenchimento de
travesseiros, almofadas, colchões e pelúcias.
A
paineira é uma árvore tropical, mas tolera o frio,
desde que não seja muito intenso. Deve ser cultivada em solos férteis irrigados
a intervalos regulares, sempre sob sol pleno.
Fontes: LORENZI, Harri.
Árvores Brasileiras [volume 1]: Manual de Identificação e Cultivo de Plantas
Arbóreas Nativas do Brasil. 5.ed. São Paulo: Plantarum, 2008. 384p.
www. greennation.com.br.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Brigadistas contratados pela Semad fazem curso de Resgate e
Primeiros Socorros no Parque Estadual do Sumidouro
quinta-feira, 27 de março de 2014
Curso de Formação de Brigada Previncêndio realizado no PESU
Foi realizado entre os dias 17 a 21 de março o curso de formação de
Brigada Previncêndio no Parque Estadual do Sumidouro. A participação no curso
foi uma das etapas exigidas no Edital da Semad para a futura contratação dos
Brigadistas que irão atuar nas Unidades de Conservação - UCs. Durante o curso
foram feitos diversos testes que avaliaram os candidatos nos quesitos:
capacidade de trabalho em equipe, iniciativa e comportamento proativo,
conhecimento e domínio de conteúdo da área de atuação, aplicação prática do
conhecimento adquirido e habilidade de comunicação. No último dia do curso, os
candidatos realizaram teste de caminhada de aproximadamente 1000 metros
carregando uma bomba costal pesando cerca de 24 quilogramas. O objetivo deste
teste foi avaliar a resistência muscular, aeróbica e capacidade
cárdio-respiratória dos candidatos. O último teste físico avaliou
habilidade no uso de ferramentas agrícolas, onde o candidato deveria capinar
uma área de 03 x 03 metros no prazo máximo de 18 minutos. Ao final do curso os
candidatos receberam um certificado de conclusão de Curso de Brigada
Previncêndio. Os candidatos aprovados na etapa final do curso além de serem
certificados, serão contratados pela Semad para atuarem como brigadistas nas
Unidades de Conservação do estado de Minas Gerais num período de 5 meses. O
parque Estadual do Sumidouro foi contemplado com a contratação de 6 brigadistas
e 1 líder de brigada.
| Treinamento em helicóptero do IEF simulando situação de combate a incêndio |
| Teste Físico - Caminhada carregando Bomba Costal |
| Teste de habilidade no uso de ferramentas agrícolas |
| Participantes do Curso de Brigada Previncêndio em pose para foto |
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Após 33 anos,
imagem de Nossa Senhora do Rosário vai voltar ao altar em Pedro Leopoldo
Longa espera de 33 anos, uma
década de luta nos tribunais, e, finalmente, vencem a justiça, a confiança dos
moradores e a fé na defesa do patrimônio cultural. A 1ª Câmara Cível do
Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) decidiu nessa terça-feira, por unanimidade,
que a imagem de Nossa Senhora do Rosário retorne à capela de Quinta do
Sumidouro no distrito de Pedro Leopoldo, na Grande BH. A peça do século 18 foi
furtada do templo em 1º de dezembro de 1981 e, até 2012, esteve em poder do
colecionador paulista Renato de Almeida Whitaker, quando foi apreendida, em São
Paulo (SP), pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). Os
desembargadores mantiveram a condenação de Whitaker por litigância de má-fé
(atrasar e prejudicar o andamento do processo), implicando pagamento de R$ 200
mil ao Fundo de Preservação do Patrimônio Histórico e Minas Gerais e danos
morais ao Fundo Estadual dos Direitos Difusos Lesados, no valor de 1 mil
salários mínimos (R$ 724mil). “É uma vitória muito importante para nosso patrimônio, pois, além da devolução da imagem, o colecionador será obrigado a indenizar a comunidade por todos os danos e sofrimentos causados”, disse o coordenador das Promotorias de Justiça de Defesa do Patrimônio Cultural e Turístico (CPPC/MG), Marcos Paulo de Souza Miranda, lembrando que, embora o paulista possa recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), não serão mais necessárias perícias e testes para provar que a imagem pertence à Capela de Nossa Senhora do Rosário. A decisão da Justiça mineira confirmou sentença do juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública e Autarquias de BH, Geraldo Claret de Arantes.
Alegria e emoção
tomaram conta da comunidade, que, às 18h, soltou foguetes e bateu o sino da
capela. Sem conter as lágrimas, a coordenadora do Conselho Paroquial
Comunitário, Edna Maria da Silva Santos, conhecida como Nininha, ressaltou que
prevaleceram a justiça divina e dos homens. “Nossa Senhora é nossa”, repetiu o
lema que, há mais de três décadas os moradores não se cansam de dizer. Uma
grande festa vai ocorrer no dia em que o bem cultural e espiritual voltar, mas,
para celebrar a decisão do TJMG e “agradecer a Deus”, os moradores vão
participar de missa neste domingo, às 9, na capela de Quinta do Sumidouro.
“Recordamos dos que já morreram sem ter a santa de volta. Vamos rezar por todos
e celebrar essa data”, disse Nininha, que, ao lado de outros católicos, seguiu
um cortejo, no dia 14, no qual o andar estava vazio “à espera da padroeira”.
O gerente do Parque Estadual do Sumidouro e morador, Rogério Tavares, também se emocionou ao saber que Nossa Senhora do Rosário voltará para casa. “Ficou feliz e chorei de felicidade. Demorou para a justiça ser feita e devemos destacar o excelente trabalho do MPMG, que contou com todo o suporte técnico para provar que a imagem é realmente da nossa capela. O vazio sempre foi muito grande, mas a esperança de tê-la novamente nunca nos abandonou”, disse Rogério.
Segurança Para a padroeira voltar ao altar, os técnicos do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), órgão responsável pelo tombamento da capela em 1974 e pela guarda da peça, por ordem judicial, desde 2012, fará uma vistoria no local, verificando principalmente a presença de equipamentos de segurança. Rogério Tavares afirmou que o templo foi reformado em 2004 e está recebendo câmeras de vídeo nas áreas interna e externa. “Estamos aguardando um parecer do Iepha sobre esse trabalho”, disse Tavares. O órgão estadual ainda não foi notificado pela Justiça e, conforme assessores, tomará as providências tão logo seja comunicado oficialmente.
A restauradora do Iepha Maria Ângela Pinheiro também demostrou entusiasmo, já que, desde 2004, trabalhou na avaliação da peça e participou de quatro operações do MPMG, em São Paulo, para tentar trazer a imagem de Nossa Senhora do Rosário para Minas. “Ela retorna ao lugar de onde nunca deveria ter saído”, disse a restauradora. Por telefone, Whitaker declarou que vai recorrer da decisão judicial e se defendeu da condenação.
Fonte:www.em.com.br.
O gerente do Parque Estadual do Sumidouro e morador, Rogério Tavares, também se emocionou ao saber que Nossa Senhora do Rosário voltará para casa. “Ficou feliz e chorei de felicidade. Demorou para a justiça ser feita e devemos destacar o excelente trabalho do MPMG, que contou com todo o suporte técnico para provar que a imagem é realmente da nossa capela. O vazio sempre foi muito grande, mas a esperança de tê-la novamente nunca nos abandonou”, disse Rogério.
Segurança Para a padroeira voltar ao altar, os técnicos do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), órgão responsável pelo tombamento da capela em 1974 e pela guarda da peça, por ordem judicial, desde 2012, fará uma vistoria no local, verificando principalmente a presença de equipamentos de segurança. Rogério Tavares afirmou que o templo foi reformado em 2004 e está recebendo câmeras de vídeo nas áreas interna e externa. “Estamos aguardando um parecer do Iepha sobre esse trabalho”, disse Tavares. O órgão estadual ainda não foi notificado pela Justiça e, conforme assessores, tomará as providências tão logo seja comunicado oficialmente.
A restauradora do Iepha Maria Ângela Pinheiro também demostrou entusiasmo, já que, desde 2004, trabalhou na avaliação da peça e participou de quatro operações do MPMG, em São Paulo, para tentar trazer a imagem de Nossa Senhora do Rosário para Minas. “Ela retorna ao lugar de onde nunca deveria ter saído”, disse a restauradora. Por telefone, Whitaker declarou que vai recorrer da decisão judicial e se defendeu da condenação.
Fonte:www.em.com.br.
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Saiba mais sobre os morcegos!
| Morcego Hematófago encontrado na Gruta da Lapinha |
A maioria dos
morcegos possui um sexto sentido chamado de ecolocalização. A ecolocalização
consiste na emissão, pela boca ou nariz, de ondas ultrassônicas que, quando
atingem um objeto, retornam como um eco cuja frequência é menor, assim, o
morcego é capaz de saber a que distância o objeto está e pode decidir se
aproximar ou se afastar dele. Isto permite ao animal o voo no interior de
cavernas ou de lugares escuros.Devido ao sentido da ecolocalização, muitos
acreditam que os morcegos possuem visão reduzida ou que são cegos, porém isso
não é fato, a verdade é que os morcegos enxergam sim, e muito bem!A
ecolocalização é apenas mais um incremento além da visão, que os auxilia na
localização em locais muito escuros.
Os morcegos são espécies silvestres e, no Brasil, estão protegidos pela Lei de Proteção à Fauna.
A sua perseguição e caça no país são considerados crimes ambientais. Na Gruta da Lapinha
localizada no Parque Estadual do Sumidouro são encontradas diversas espécies de
morcegos dentre eles os frugívoros, insetívoroshematófagos, nectatívoros e
onívoros. Os morcegos exercem influencia fundamental na cadeia alimentar das
cavernas, suas fezes (guano) funcionam de alimento para diversas espécies
presentes dentro do ambiente cavernícula.
Fontes: infoescola.com.
Apostila Fauna e Flora – exemplar 01.
www.ibaraki.com.br.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Presidente da Câmara de Vereadores de Pedro Leopoldo visita Parque Estadual do Sumidouro
Foram abordados por servidores que anteriormente já trabalharam com a pedra Lagoa Santa, pontos positivos e negativos do beneficiamento da extração da pedra como a existência da oferta de emprego direto e indireto para qualquer faixa etária. Apesar deste beneficio da oferta de emprego, os antigos trabalhadores mencionaram que as condições de trabalho eram precárias e sem as adequações exigidas pela legislação trabalhista e ambiental. Na época em questão, os proprietários não se interessaram e nem se mobilizaram buscando a regularização dos empreendimentos dentro do prazo, protelando muito e chegando ao ponto de embargos judiciais. Este fato acabou desestruturando economicamente muitas famílias da região. Como solução, propôs-se a implantação do distrito industrial previsto no Plano Diretor, a implantação de um trabalho de beneficiamento mais eficiente da pedra Lagoa Santa, para que a mesma tenha um maior poder de competitividade no mercado atual, além da atração de empresas com outro perfil para a região, que se adequem à realidade da comunidade, priorização de investimentos no turismo de Pedro Leopoldo e entorno, investimento em qualificação e principalmente na educação, como transporte gratuito para estudantes de faculdades e melhorias na infraestrutura de escola local em condições precárias. Foi também discutido sobre a importância de atuação do governo municipal na prestação dos serviços públicos em Fidalgo e Quinta do Sumidouro, atendendo a demandas concretas da comunidade como: a implantação de um posto policial, ou uma atuação mais ativa da guarda municipal, instalação da academia ao ar livre nas praças, instalação de farmácia, um médico em cada posto de saúde, melhoria de infraestrutura das creches, saneamento básico, atividades de lazer, melhoria de ruas e iluminação, controle de zoonoses e castração de animais.
Os vereadores falaram da importância de conhecer o parque no momento em que antecede uma Audiência Pública na comunidade, retirando dúvidas dos presentes sobre o papel do vereador, o funcionamento da Câmara, formas de participação do cidadão e ainda esclareceram sobre algumas ações que já estão em andamento com foco na região por parte da prefeitura, como o processo de estruturação do Distrito Industrial de Pedra Lagoa Santa e programa de apoio a prevenção e tratamento de usuários de drogas na comunidade.
Após o encontro com os colaboradores, os vereadores visitaram na Casa Fernão Dias, as estruturas de oficinas educativas e depois visitaram a Lapa do Sumidouro, surpreendendo-se com informações sobre a quantidade de funcionários do parque moradores da região (cerca de 65 funcionários) e a quantidade de visitantes que anualmente já vistam o parque (em média de 35.000 visitantes). Foi consenso entre os vereadores a necessidade dos pedro-leopoldenses conhecerem e valorizarem o Parque Estadual do Sumidouro.
Após o encontro com os colaboradores, os vereadores visitaram na Casa Fernão Dias, as estruturas de oficinas educativas e depois visitaram a Lapa do Sumidouro, surpreendendo-se com informações sobre a quantidade de funcionários do parque moradores da região (cerca de 65 funcionários) e a quantidade de visitantes que anualmente já vistam o parque (em média de 35.000 visitantes). Foi consenso entre os vereadores a necessidade dos pedro-leopoldenses conhecerem e valorizarem o Parque Estadual do Sumidouro.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Conheça
mais sobre o “pequi” famoso fruto do nosso cerrado!
O “pequi” Caryocar brasiliensis, também conhecido como piqui, piquiá, pequerim, amêndoa-de-espinho, grão-de-cavalo, suarí dentre outros nomes, é um fruto nativo do cerrado brasileiro sendo o mais consumido e comercializado, e também o melhor estudado nos aspectos nutricional, ecológico e econômico. O fruto possui grande versatilidade sendo utilizado na culinária regional em diversos pratos como o arroz e frango com pequi, em conserva e como matéria prima para a produção de licores, sorvetes e ração para animais. A amêndoa (semente do pequi) que fica na parte interna do fruto produz óleo e também pode ser consumida in natura ou torrada e utilizada no preparo de paçocas, bolos, doces e pamonhas. A polpa do fruto tem o dobro de vitamina C de uma laranja e é rico também em vitaminas A, E e carotenoides. Tais fatores tornam o fruto um aliado no combate ao envelhecimento e na prevenção as doenças associadas à visão. Já a semente é utilizada na fabricação de um rico óleo que possui ação anti-inflamatória, cicatrizante e gastroprotetora.
Coleta
sustentável do pequi saiba mais!
| Pequizeiro no Parque Estadual do Sumidouro |
Algumas
recomendações de boas práticas de coleta do pequi são:
· Não derrubar o fruto da árvore, muito menos utilizar varas ou qualquer outro instrumento para isso;
· Não derrubar o fruto da árvore, muito menos utilizar varas ou qualquer outro instrumento para isso;
·
Coletar
somente os frutos caídos naturalmente. Estes, sim, estão no ponto de consumo;
·
Não
devastar a cobertura vegetal debaixo e ao redor da planta; existem outros seres
em convivência natural com ela, que dependem dessa cobertura;
·
Coletar
frutos sadios, e deixar os frutos rachados ou abertos como reserva natural,
para reprodução da planta e alimentação animal; se houver somente frutos
sadios, deixe assim mesmo certa quantidade de reserva. Assim as sementes
contidas no fruto poderão germinar e dar origem a novas árvores, evitando,
dessa forma, a extinção do pequizeiro;
·
Somente
leve os frutos. Não deixe nada que não pertença ao ambiente, como sacos
plásticos não utilizados e outros tipos de lixo.
Fonte: Centraldocerrado.org.br.
Cerracatinga.org.br.
Arqueóloga Alenice Baeta
ministra palestra para funcionários do PESU
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Equipe da TV BRASIL realiza filmagens no PESU para o programa "Bom dia arqueologia"
Na última quinta-feira dia 05 de dezembro, a equipe da TV Brasil esteve no Parque Estadual do Sumidouro acompanhada pelos arqueólogos André Prous, Alenice Baeta e estudantes da UFMG. As filmagens realizadas na região da Lapa do Sumidouro foram feitas para exibição no programa “Bom dia arqueologia”, série educativa e de entretenimento de 13 programas da TV Brasil, suas afiliadas e na internet. O “Bom dia Arqueologia” está previsto para o primeiro semestre de 2014.
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